Estou de saída. As chaves do carro na mão, a bagagem no porta malas. Levo pouca coisa na mala.
Meus pensamentos, entretanto, estão em alvoroço. Levo neles, meu mundo.
Não param de se agitar. Conheço esta sensação.
E tem nome. Disfarço, entro no carro e dou partida.
Não sei ao certo aonde vou. Pego sentido marginal pinheiros. Tenho algum tempo para definir a rota.
Se esgota na confluência da marginal tiete e a saida da castelo branco.
Em um sentido, um horizonte.
Ando devagar. Ando a divagar. É tudo que me resta.
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